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H-DYN - xarope de 500 ml - Farmoplex

Suplementos 

H-DYN - xarope de 500 ml - Farmoplex

Ação ao nível hepático 

Indicado em casos de hepatopatias crónicas, insuficiências e congestão hepáticas, dispepsias, disquinésia biliar e cirrose hepática. Acção hipocolesterolémica.

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H-DYN - xarope de 500 ml - Farmoplex

Ação ao nível hepático 

Indicado em casos de hepatopatias crónicas, insuficiências e congestão hepáticas, dispepsias, disquinésia biliar e cirrose hepática. Acção hipocolesterolémica. 

O H-DYN contém algumas das mais potentes substâncias protectoras do fígado, como a silimarina e a cinarina, que demonstram efeitos de protecção hepática e efeitos regenerativos. Possuem também efeitos coleréticos vitais: se a bílis não está a ser transportada adequadamente para a vesícula biliar, o fígado apresenta maior risco de sofrer danos. Os coleréticos são muito úteis no tratamento da hepatite e de outras hepatopatias, através de um efeito descongestionante, além de provocarem uma diminuição dos níveis de colesterol, pois aumentam a sua excreção ao mesmo tempo que diminuem a sua síntese no fígado. 

Modo de Tomar:

- Extracto: Tomar 1 colher de sobremesa (10 ml) antes das 3 principais refeições (pequeno-almoço, almoço e jantar), pura ou diluída em água ou sumo de frutas. 

Apresentação:

- Caixa com frasco de xarope de 500 ml 

Ingredientes:

- Extracto: Água, edulcorante: sorbitol, alcachofra Cynara scolymus 2,5%, boldo Peumus boldus 2,4%, dente de leão Taraxacum officinale 2,1%, quebra-pedras Phyllanthus niruri 1,9%, brututu raiz Cochlospermum angolense 1,5%, cardo mariano Silybum marianum 1,5%, condurango casca Marsdenia condurango 1,2%, fumária Fumaria officinalis 1,0%, hortelã-pimenta folhas Mentha piperita 0,9%, conservante: p-hidroxibenzoato de metilo.

 

O H-DYN actua ainda numa 2ª via, anulando a acção de alguns radicais livres, devido ao seu efeito antioxidante, nomeadamente ao nível dos ataques hepáticos. 

A alcachofra (Cynara scolymus) rica em cinarina e ácido clorogénico, é reconhecida por ser um drenante, regenerador, colerético e um protector hepatobiliar, que vai não só estimular a produção de bílis, como também ajudar na sua eliminação. Diminui níveis elevados de colesterol e triglicéridos no sangue. Digestiva. Usada no combate à diabetes. Graças às suas propriedades diuréticas, é uma planta com acção adelgaçante. Usada também em casos de gases intestinais, digestões lentas e prisão de ventre. 

O boldo (Peumus boldus) activa a secreção de saliva e dos sucos gástricos, possuindo acção digestiva e colerética. Um dos seus constituintes, a boldina, apresenta acção antioxidante, induz a secreção da bílis pelas células hepáticas, assim como a quantidade total de sólidos que excreta. Facilita o funcionamento da vesícula biliar. Estimula a actividade do fígado e o fluxo de bílis e é usado em casos de cálculos e dores na vesícula, cólicas hepáticas, hepatites e prisão de ventre. Possui também propriedades anti-sépticas que o ajudam a combater cistites. Limpa as manchas da pele causadas por distúrbios no fígado. O seu óleo essencial é rico em compostos monoterénicos, sendo bastante activo contra os parasitas intestinais. Contém também eucaliptol e flavonóides. 

O dente de leão (Taraxacum officinale) é tradicionalmente usado em afecções hepáticas e biliares, apresenta uma acção diurética em afecções renais e edemas, laxativa suave, digestiva e anti-inflamatória (reumatismo). Combate os níveis elevados de colesterol, hipertensão e anemias. Alivia irritações da pele. Contém um teor significativo em potássio, ideal para pessoas que seguem uma terapia diurética prolongada; e em beta-carotenos. Combate a celulite. 

O quebra-pedras (Phyllanthus niruri) possui propriedades diuréticas, adstringentes, refrescantes, analgésicas, relaxante muscular, hepatoprotectoras e anti-infecciosas. Rico em alcalóides, mucilagem e pigmentos flavónicos. É tradicionalmente usado em casos de cálculos renais e cálculos na vesícula, cistites, retenção de líquidos, edemas, reumatismo e más digestões. A acção analgésica e relaxante muscular dos seus alcalóides, ajuda na expulsão dos cálculos renais, pelo relaxamento dos ureteres. Promove a limpeza do organismo, pela eliminação de mucos e de ácido úrico. 

O borututu (Cochlospermum angolense) consiste num purificador hepático, pela presença de bioflavonóides que melhoram a circulação sanguínea e potenciam a acção do fígado. Permite a redução da taxa de colesterol e normaliza a tensão arterial. Ideal para problemas do fígado e da vesícula, esta raiz angolana tem vindo a ser usada pelos nativos, há vários séculos. 

O cardo mariano (Silybum marianum) possui silimarina como principal princípio activo e tem vindo a ser tradicionalmente usado em problemas de fígado. Contém também vitaminas (principalmente, carotenóides), minerais, proteínas, colina, insulina e pectinas. Possui efeitos benéficos nas hepatites e em cirroses. Possui a habilidade de proteger o fígado de danos causados após a ingestão excessiva de álcool (alcoolismo), em envenenamentos e da hepatoxicidade induzida por medicamentos e drogas. É digestivo, tónico hepático, estimula a produção da bílis e do fluxo para a vesícula biliar (efeito colerético), ao mesmo tempo que actua directamente sobre a vesícula biliar, causando a sua contracção e libertação da bílis armazenada (efeito colagogo). Aumenta a produção de leite em mães a amamentar e é anti-depressivo. Possui flavonóides, com acção antioxidante, na prevenção de cancro. Eficaz no combate a cálculos biliares e icterícia. 

O cardo mariano dá protecção hepatocelular, pela estabilização das membranas das células hepáticas. Altera a estrutura das membranas celulares exteriores dos hepatócidos, de forma a prevenir a penetração de toxinas presentes no fígado, no interior das células. É também responsável pela interrupção da recirculação enterohepática de toxinas e pela regeneração de hepatócitos danificados. 

O condurango (Marsdenia condurango) é uma liana que se assemelha à videira. Rico em heterósidos (elementos amargos) e taninos, proporciona efeitos digestivos e analgésicos gástricos. Ao nível do fígado, estimula a secreção da bílis. Possui acção diurética e melhora a circulação sanguínea. 

A fumária (Fumaria officinalis) combate as obstruções do fígado, vesícula e rins (acções colagogas, coleréticas e hepatobiliares). Purifica o sangue (acção depurativa), sendo eficaz no tratamento de problemas de pele (furúnculos, úlceras e feridas). Tónica e diurética (rica em potássio). Elimina toxinas. Facilita a digestão. Contém numerosos alcalóides, num total de 0,3%: o mais importante é a protopina com notáveis propriedades anti-espasmódicas, anti-histamínicas, anti-arrítmicas, anti-bacterianas e anti-inflamatórias. Contém também flavonóides, taninos, ácidos-álcoois e sais minerais. Intervém activamente em certos mecanismos de transmissão do influxo nervoso ao nível central.A fumária possui propriedades reguladoras do fluxo e da excreção da bílis. Facilita a abertura do esfíncter de Oddi, que controla a libertação da bílis no intestino; a protopina é um estimulante cardíaco e respiratório, um espasmolítico e um anticolinérgico, propriedades que ela confere à planta. 

A hortelã-pimenta (Mentha piperita) possui óleo essencial com propriedades digestivas, acelera o trânsito intestinal, evitando o contacto com as substâncias tóxicas a serem eliminadas pelas fezes, aliviando gases intestinais e flatulência. Graças à sua riqueza em flavonóides, possui propriedades sedativas e ansiolíticas, com efeitos benéficos em casos de insónias.

 

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